Em um cenário de crescimento do número de criadores de conteúdos do youtube, inovação e criatividade nas produções oferecem ao youtuber a oportunidade de gerar cada vez mais visualizações e conquistar o público ao apresentar conteúdos diversificados. A youtuber e cantora Anna Bagunceira apostou na forma de produção diferenciada para os vídeos de covers do canal.
Os covers sempre estiveram presentes nos segmentos de produção do canal, mas, a fim de publicar músicas que retratam os sentimentos da youtuber, uma série de clipes vêm sendo produzidos com histórias que se completam em seus respectivos envios, entre eles: Expectations (Lauren Jauregui), Cecília (Anavitória) e Bury a Friend (Billie Eilish). .
O cover de Expectations, música da cantora Lauren Jauregui traz a história da personagem que estaria voltando de uma festa depois de ter saído para tentar se distrair e permanece durante toda a noite sentada na porta de casa criando diferentes expectativas. A youtuber explica detalhadamente o propósito do clipe.
“Quando eu fiz o cover de Expectations, foi o momento perfeito. Caiu como uma luva na minha vida, eu precisava externar isso. É importante que o público entenda que não se trata apenas de um relacionamento, e sim de expectativas que criamos na vida de forma geral e nem sempre estamos preparados para as decepções. No clipe de expectations eu ando em frente de uma casa, tento abrir a porta e fico vagando por lá, até desistir e ir embora. Essa porta fechada representa decepções que eu tive nos últimos anos. Decepções que talvez eu poderia ter evitado, mas que sabemos que serve de aprendizado”, afirma Anna Bagunceira.
Após Expectations surgiu a ideia de produzir Cecília, de Anavitória. A youtuber afirma ter sido um momento de tentativa de aceitar e entender as diversas situações difíceis que estava vivendo ao mesmo tempo a partir das decepções vividas em Expectations.. “Queria mostrar como aquilo me perseguia e refletia em muitos momentos da minha vida. Uma simples saída com os amigos me fazia pensar em milhões de coisas, me trazia inseguranças e tudo o que poderia me deixar presa no passado me permitindo pensar: eu poderia ter feito diferente. Mas não, aconteceu porque precisava acontecer. Cecília representa muitas coisas na minha vida. Um relacionamento que não deu certo, meus conflitos internos, os ‘tiros’ no escuro, crença em pessoas erradas… Durante o clipe eu vejo Cecília o tempo todo, discutimos, nos reaproximamos, nos separamos e por fim, ela some. Mas isso não significa que ficou tudo bem, e sim só que alguns pesos ficam mais leves”, explica.
Por último, a produção de Bury a Friend retrata por meio do conceito do clipe, problemas mais sérios que a youtuber vive. “Eu sempre tive um problema com pesadelos. Vivi muitas paranoias da minha mente criativa desde criança. Devido à algumas falhas e negligências durante meu crescimento, essa ‘criatividade’ me assombrou e me assombra até hoje. Em meio a isso, eu busco externar essas histórias a partir do meu trabalho. Bury a Friend me pareceu a música perfeita para demonstrar esse terror noturno que me persegue até hoje devido às situações passadas. Algumas situações inesperadas se tornam um gatilho para que tudo se repita, dependendo da maneira com a qual eu lido com elas. A ideia de ter duas caras no clipe é apenas eu tentando perceber que o ‘monstro’ sou eu mesma que crio. E no final de Bury a Friend eu lidei com tudo isso de uma maneira diferente”.
A youtuber ainda completa que a proposta tem continuidade e novos conceitos e situações serão abordados nos vídeos seguintes.
Fonte: D2 Assessoria de Imprensa