Durante sua participação no Gold Gala, Esther Yu reforçou o orgulho pela ascensão global dos dramas chineses e pelo alcance cada vez maior da cultura oriental no cenário internacional. Em entrevista, a atriz chinesa fala sobre a beleza atemporal da estética chinesa, o desejo de levar histórias de seu país ao público global e a forma como atuação, música e moda se unem na construção de uma identidade artística marcada por delicadeza, força e representatividade.
Você participou do Gold Gala, um evento que celebra a cultura, a criatividade e a representatividade asiática. O que significou para você fazer parte de uma noite tão especial?
É uma grande honra e uma responsabilidade significativa para mim fazer parte do Gold Gala. Este magnífico evento reúne criadores e talentos extraordinários de toda a Ásia, celebrando a cultura asiática, a força criativa e a representatividade em escala global. Como uma jovem artista chinesa, sinto orgulho de estar aqui como parte dessa nova geração. Isso me dá uma oportunidade preciosa de me conectar com colegas de toda a Ásia, compartilhar nossa confiança cultural e permitir que o mundo sinta a graça e a força da criatividade asiática. Para mim, esta não é apenas uma noite glamourosa, mas também uma ponte para intercâmbio cultural e respeito mútuo.
Em sua declaração, você falou com orgulho sobre o crescimento e o reconhecimento global dos dramas chineses. Como você enxerga este momento da televisão chinesa no cenário internacional?
Acredito que os dramas chineses estão vivendo agora um maravilhoso período de ascensão, com forte impulso global. As séries chinesas já não fazem sucesso apenas em casa. Com sua profunda herança tradicional, estética oriental única, narrativa delicada e emoções sinceras, nossas produções romperam barreiras linguísticas e culturais, conquistando cada vez mais públicos ao redor do mundo. Temos equipes de produção profissionais, narrativas históricas ricas e um encanto cultural autêntico. Neste momento, os dramas chineses deixaram de ser apenas vistos para passar a ser compreendidos e amados internacionalmente. Eu realmente acredito que continuaremos levando histórias de alta qualidade, enraizadas na cultura, ao público global e nos tornaremos uma parte importante do intercâmbio cultural mundial.
Seu trabalho carrega elementos da cultura oriental, emoções delicadas e uma estética muito particular. O que mais te inspira ao representar essas qualidades em seus projetos?
O que mais me inspira é a profunda herança da cultura tradicional chinesa, as emoções genuínas encontradas na vida cotidiana e a beleza poética da estética oriental. Fui profundamente influenciada pelos clássicos chineses, pela arte tradicional, pela estética das paisagens e pelo charme sutil da cultura oriental desde muito jovem. Ao mesmo tempo, o calor humano, os laços e o crescimento entre as pessoas são emoções que ressoam em todo o mundo. Quando interpreto papéis ou crio obras, integro naturalmente a delicadeza, a força interior e a elegância clássica da estética chinesa em cada detalhe. A cultura tradicional me dá profundidade, e a vida real me dá calor. Essa sempre foi a fonte da minha criatividade.

Para o Gold Gala, você escolheu um look que combinava elementos tradicionais chineses com a alta-costura contemporânea. Como foi construir essa imagem e o que você esperava expressar por meio dela?
Vestindo esse look, me sinto serena, confiante e incrivelmente orgulhosa. Ele mistura de forma perfeita elementos tradicionais chineses, símbolos culturais clássicos e design contemporâneo de alta-costura. O figurino carrega a graça da estética chinesa antiga, ao mesmo tempo em que incorpora a independência e a elegância das mulheres modernas. O que espero transmitir é que a cultura tradicional chinesa nunca está ultrapassada — ela pode ser moderna, luxuosa e verdadeiramente internacional. As mulheres orientais possuem tanto delicadeza graciosa quanto força interior. Desejo ajudar o público global a descobrir a beleza diversa e atemporal da estética oriental.
Você falou sobre o desejo de continuar contando histórias chinesas para o mundo. Que tipos de narrativas mais te interessam compartilhar com o público global neste momento?
Tenho vontade de compartilhar com o mundo três tipos de histórias chinesas: histórias enraizadas na estética oriental tradicional, histórias sobre o crescimento das mulheres modernas e histórias calorosas e humanas, cheias de ternura. Dramas históricos e de época carregam nossa história, tradições e o romantismo do encanto oriental. Histórias modernas sobre o crescimento feminino mostram a coragem, a independência e a resiliência das jovens chinesas. Histórias calorosas e realistas refletem a bondade, a perseverança e o verdadeiro estilo de vida do povo chinês. Essas narrativas carregam herança cultural e emoções sinceras, e acredito que podem construir uma ponte delicada entre a China e o público global.
Sua carreira reúne atuação, música e moda, que são formas de expressão muito poderosas. Como essas diferentes áreas se conectam na forma como você constrói sua identidade artística?
Para mim, atuação, música e moda são três formas artísticas de expressão que se alimentam e se completam mutuamente. A atuação me ajuda a compreender as emoções com profundidade e enriquece minha sensibilidade interior, o que dá mais profundidade à minha expressão musical. A música me ensina sobre ritmo, atmosfera e tensão emocional, o que me ajuda a construir personagens com mais presença. A moda refina meu gosto estético, mistura o charme oriental com o estilo internacional e fortalece meu temperamento artístico e minha presença de palco. Juntas, essas áreas moldaram meu estilo pessoal: suave, mas forte; vibrante, mas elegante; com pureza oriental e confiança global.

Ao olhar para sua carreira e para a forma como seu trabalho está alcançando públicos de diferentes países, o que mais te emociona nessa troca cultural com espectadores internacionais?
O que mais me toca é que a linguagem tem fronteiras, mas as emoções e a beleza não. Tenho recebido muito carinho de públicos do mundo inteiro. Mesmo que eles não compreendam totalmente o idioma, conseguem sentir a delicadeza, a perseverança e o crescimento das personagens. Mesmo sem um conhecimento profundo da cultura chinesa, sentem-se profundamente atraídos pela estética oriental e pelo encanto único das histórias chinesas. Esse tipo de ressonância entre países e idiomas me emociona profundamente. Isso me faz ficar ainda mais determinada a continuar criando obras sinceras, compartilhar a cultura oriental com gentileza e usar minha arte para mostrar ao mundo uma China delicada, profunda e autêntica.
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