Aos 9 anos, a atriz, cantora e dubladora Rafaela De Vita vive um momento importante de sua trajetória artística ao integrar o elenco profissional de Shrek – O Musical, em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo. Com experiência em teatro musical, dublagem e música, Rafaela divide a personagem Fiona Criança em uma das maiores produções do país, consolidando uma carreira iniciada ainda na infância. Em entrevista, a jovem artista fala sobre sua preparação para os palcos, os desafios de atuar em uma superprodução e a paixão por explorar diferentes áreas do entretenimento, da atuação à dublagem.
Rafaela, você já canta, atua e dubla, e agora estreia profissionalmente em uma grande montagem como Shrek – O Musical. Como foi receber essa oportunidade tão especial?
Foi incrível! Como esse é o meu primeiro musical, fiquei muito feliz e surpresa com todo o processo, desde as primeiras audições até a preparação da personagem e, finalmente, subir no palco ao lado de grandes nomes do teatro musical. Acho que não dá para descrever direito a emoção que senti. Estou curtindo cada minuto!
Você vai interpretar a Fiona Criança, uma personagem muito querida do público. O que mais te encantou nela quando começou a conhecê-la melhor?
O que mais gosto na Fiona é que, desde criança, ela não é uma princesa muito comum. Está sempre mudando de humor e mostrando diferentes formas de ser e de se expressar. Isso é o que eu mais gosto nela!

Sua trajetória já passa por teatro, dublagem, televisão e música. Você sente que cada uma dessas áreas ajuda a outra dentro de você como artista?
Sim, com certeza. Nenhuma delas — teatro, música, dublagem e televisão — conseguiria ser completa sem a outra.
Em Shrek – O Musical, você divide a personagem com outras atrizes mirins e contracena dentro de uma produção enorme, ao lado de nomes muito conhecidos do teatro musical. Como tem sido viver esse universo nos bastidores?
Muito bom! Todos são respeitosos, principalmente com as crianças. No início, existe um certo nervosismo, porque sou muito fã desses artistas, mas depois a gente vai se acostumando e se sentindo mais em casa, como parte dessa grande família.

Você já interpretou personagens bem diferentes, como Cosette, o Leão Covarde e Rei Julian. O que mais gosta no desafio de entrar em histórias e personagens tão distintos?
A oportunidade de viver papéis diferentes e explorar personalidades distintas me faz crescer como artista.
Na dublagem, você participou de produções muito importantes, como Moana 2, e agora também está nos palcos de um musical de grande porte. O que muda para você entre dar voz a uma personagem e interpretá-la ao vivo, diante do público?
São coisas diferentes e prazerosas do mesmo jeito. Quando eu dublo, coloco tudo de mim para “ser a personagem” da forma mais fiel possível. No teatro, diante do público, eu vivo a personagem, mas sinto que posso colocar um pouco mais de mim no papel.

Além de atuar, você também vem chamando atenção pela música e já se prepara para lançar seu primeiro single. O que a música representa hoje dentro do seu sonho artístico?
A música representa uma outra forma de viver e expressar os meus sentimentos.
Mesmo sendo tão jovem, você já construiu um caminho muito bonito. Quando pensa no futuro, que tipo de artista você sonha em se tornar?
No futuro, eu gostaria de ser comediante. Acho que é porque eu gosto de ouvir a risada das pessoas!

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